artista  
homeartistacursosexposiçõesprodutosobrasarte sacracontato

curriculumprêmios
atelier
fotos
artigos
mídiamúsicas
vídeosentrevistasentrevistas

Um pouco da história da música na vida do artista plástico.

 

 

O "Rivo Trio", formado pelo guitarrista Alexandre Consolim, tecladista Jamil José e Sérgio Prata (violão e gaita) no Hotel Villa Lobos, na cidade de Extrema (MG).

Vídeos dos ensaios no mezzanino do atelier:

 

 

"Winter Wonderland", com Sarah McLauchlan (Canadá).

 

Quando eu era menino, em Sao José dos Campos, uma professora de piano não me quis como aluno, pois eu vivia mexendo na terra e tinha, de vez em sempre, terra embaixo das unhas. Ela nao queria que eu sujasse as teclas do piano dela. Assim, eu vi meus pedidos de aulas de piano serem negados.

Na adolescência, aprendi a tocar um bocadinho, com meus amigos Mingo Bernardi, Viviane, Zóca, Fernando Davanzo, nos encontros que fazíamos no bar Terraço. Bons tempos de juventude, sonhos, a vida toda pela frente, com os amigos do coração.

Aos 17 anos, no meu primeiro ano vivendo na capital francesa (1981 e 1982) , toquei violão e gaita nos metrôs de Paris, para ganhar um troquinho e me ambientar. A linha Charles de Gaulle - Montparnasse era bem silenciosa e bem frequentada. Nestes trajetos, conheci bons músicos, de diversos países, com quem, de vez em quando, tocava algo de novo, alguma música de outra cultura, com outras sonoridades.

Fiquei impressionado, quando um dia, descansando um final de semana na casa de uma amiga na região de l´Essone (sul de Paris), encontrei um disco lançado em Londres, de uma dupla irlandesa com quem havia tocado no metro. A vida do underground musical revelava, por vezes, profissionais de excelente qualidade musical.

Sem querer, as participações ao lado de músicos de grande qualidade, nos ensina, meio que por "osmose".

Tocar no metrô lá em Paris, em Francês, é chamado de faire la manche...

Entrava no vagão, tocava umas duas músicas e depois passava a caixa da gaita:
- "Pour la musique, s´il vous plait" ...

No repertório, Bob Dylan, James Taylor, Milton, Neil Young ... música folk e boas músicas brasileiras.

De volta ao Brasil em 1986, toquei em alguns bares de Bragança, e até em Curitiba, para onde me mudei. Não dei sequência. Vendi meu violao 12 cordas folk, e deixei de lado a música. Minha carreira como artista plástico exigia total dedicaçao.

Passei muitos anos sem um bom violão, mas sempre mantive alguma gaita comigo. Até que, um dia
resolvi comprar novamente um violao com cordas metálicas, para lembrar dos tempos de adolescencia.

Mas sempre que encontrava um violao e um piano eu logo emitia alguns sons. Meus cachorros uivaram muito, em noites solitárias, ao som da minha gaita e violao.

Tentei compor e compus algumas musicas, com a lentidão que me é própria, neste ambiente.

Fui sonhando em retornar para a música, sempre como amador, e, depois de muito sonhar e pensar, resolvi montar um pequeno homestudio, no que fui ajudado pelo guitarrista Alexandre Consolim, (Também conhecido pelso amigos como Anjinho) um músico profissional, dono de estúdio de gravação por mais de 15 anos.

E então, ao completar meio século de vida, voltei lentamente, sem pretensão alguma, para a música. Tive aulas de edição no Pro Tools, com Alexandre Consolim, aulas de teclado com o Jamil, de canto e teclado com a Caroline e de violão/guitarra com o Emanuel da escola Tassara.

Finalmente realizei um antigo sonho, ao fazer a abertura de um show: o grupo Kza 55 tocou no meu aniversário, e eu ensaiei um pouquinho com eles de tarde, preparando-me para entrar no palco, à noite. Legal demais, entrar no meio do pessoal que tem mais experiência de palco.

É muito bom fazer um som, de vez em quando. Puro prazer, expressão, sentimento. Outra linguagem, de arte.

Agradeço à todos estes caros amigos músicos, pela acolhida, amizade e paciência com este amante das artes plásticas, amador na música.

Invadindo o palco com a minha gaita, para surpresa do meu professor, o guitarrista Alexandre Consolim.

 

Participando do concerto do tecladista José Jamil dos Santos, meu professor de teclado (quero voltar a estudar com ele, por mais tempo, por enquanto me dedico ao aprendizado de leitura das pautas).
Música: Palhaço, de Egberto Gismonti.

 

Dedico estes sons a todos aqueles amigos músicos, que volta e meia me incentivam.

Obrigado !!!

Editei um vídeo de uma tarde na pista de skate do Sandro Dias, com músicas que gravei, e aumentaram bastante as visitas da minha página no site Sound Cloud.


Skate, bom demais.

 

 


 

 

Sérgio Prata, abrindo o show do grupo Kza, no atelier. Foto: Ronaldo Canale. 

 

 

Após um mês fazendo arranjos no Japão, o violoncelista, arranjador e regente Jaques Morelenbaum passou pela Itália para gravar com o Sting (na Toscana), e voltou ao Brasil. Aqui, lecionou uma tarde de improvisação, da qual eu participei, e quando eu ia me despedindo, ele me confidenciou que gostou de tocar um blues comigo, em uma jam session que fizemos com todos os músicos (alunos) do curso, na fazenda Serrinha. Então, eu pedi que ele me concedesse uma honra: tocarmos juntos, para que eu gravasse e tivesse uma recordação, que compartilho.

Merci, Monsieur Jacques !!!

 

 

 

 

 

Uma dica para quem gosta de cantar um karaoke: SMULE, um aplicativo para o IPhone, no qual você pode cantar com gente de vários países, em várias linguas. Diversão garantida para os cantores amadores e para quem quer ensaiar vocais: SMULE. Tem gente muito talentosa neste aplicativo. Abaixo, video gravado com CAM, a famosa cantora country norte americana.

Para ouvir as músicas que gravei (uso algumas como trilha sonora dos meus vídeos) com cantores de vários países, clique no link abaixo:

smule

Para fazer o download gratuito de algumas músicas gravadas no smule,
clique em http://singxtract.com/#dehdo


 

Finalmente, após uns 4 anos gravando no homestudio, comecei a participar de alguns shows de amigos, como o grupo "Folk como ocê gosta", convidado pelo produtor e músico Paulo Garcia, e fizemos uma primeira apresentação em trio, com o Alexandre Consolim e o Jamil. Nosso trio ainda não tem nome, eu pensei até em dar o nome de Rivo Trio, pois eu adoro cantar canções que acalmam, ou então, de Rí, vô, Trio, por causa das piadinhas sem graça que eu conto !!! hahahahah

 

 

Acima, algumas fotos da primeira apresentação do Trio na festa Italiana, realizada na praça de Bragança, festa em prol da reforma da Catedral (dia 19 e 20 de novembro de 2016). Agradeço a todos os amigos músicos amadores e profissionais que aceitaram e aderiram ao convite, doando seu tempo, talento e trabalho para a campanha: Genaro, Família Lencini, Grupo Folk como ocê gosta, Rafael Schimidt, Ana Carla Izzo, Tadeu, (Pepita e Dione, divertidíssimas), Wilson (sax, de Atibaia), Luciano (Guarulhos), e todos os que colaboraram.

Acima: fotos da apresentação no Hotel Villa Lobos, em Extrema (MG).

 

Se você deseja aprender a gravar e produzir música, conheça o curso online de Protools.

protools

Enciclopédia Atelier Prata - Tel 55 11 4035-2057 - Cel 55 11 99597-0275 - artista@sergioprata.com.br