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Arte Sacra

 

do CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA
Ed. Loyola, Junho de 2003

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A arte de fato é uma forma de expressão propriamente humana: acima da procura das necessidades vitais comum a todas as criaturas vivas, ela é uma superabundância gratuita da riqueza interior do ser humano. Nascendo de um talento dado pelo Criador e do esforço do próprio homem, a arte é uma forma de sabedoria prática, que une conhecimento e perícia para dar forma à verdade de uma realidade na linguagem acessível à vista e ao ouvido.
A arte inclui certa semelhança com a atividade de Deus na criação, na medida em que se inspira na verdade e no amor das criaturas.


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A arte sacra é verdadeira e bela quando corresponde por sua forma, à sua vocação própria: evocar e glorificar na fé e na adoração, o Mistério transcendente de Deus, beleza excelsa e invisível de verdade e amor, revelada em Cristo, “resplendor de sua glória, expressão de seu Ser”.(Hb 1,3), em quem “habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Cl 2,9), beleza espiritual refletida na Santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, nos anjos e santos. A arte sacra verdadeira leva o homem à adoração, à oração e ao amor de Deus Criador e Salvador, Santo e Santificador.

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Por isso devem os bispos, por si ou por delegação, cuidar de promover a arte sacra, antiga e nova, sob todas as formas, e afastar, com o mesmo zelo religioso, da liturgia e dos edifícios de culto, tudo o que não se harmoniza com a verdade da fé e a autêntica beleza da arte sacra.

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As artes, mas sobretudo a arte sacra, têm em vista, “por natureza, exprimir de alguma forma nas obras humanas a beleza infinita de Deus e procuram aumentar seu louvor e sua glória na medida em que não tiverem outro propósito senão o de contribuir poderosamente para encaminhar os corações humanos a Deus”.

 

 

De 1536 a 1541, Michelangelo pinta os afrescos do Juízo Universal na Capela Sistina. Nada melhor que suas próprias idéias sobre pintura para definir essa obra e o homem que a criou:

"A boa pintura aproxima-se de Deus e une-se a Ele... Não é mais do que uma cópia das Suas perfeições, uma sombra do Seu pincel, Sua música, Sua melodia... Por isso não basta que o pintor seja um grande e hábil mestre de seu oficio. Penso ser mais importante a pureza e a santidade de sua vida, tanto quanto possível, a fim de que o Espírito Santo guie seus pensamentos..."

 

 

imagemOBRAS SACRAS MAIS RECENTES:


Painel em cerâmica para Igreja Nossa Senhora da Consolação e Correia

Painel em cerâmica para capela Santa Rita de Cássia

Painéis em cerâmica para Igreja São Bento.

Cristo de Cimabue, SantoAndré SP

Calendário 2012 da Revista O Mensageiro de Santo Antônio.

Painéis em cerâmica para Igreja Nossa Senhora das Graças, do Rio de Janeiro.

Ícones para a capela de São Joaquim e Sant´Anna, do Rio.

 

 

"Uma fé que não se torna cultura é uma fé que não foi plenamente acolhida, não foi totalmente pensada, não foi fielmente vivida"
João Paulo II, Carta, 20/05/1982

A atuação de Sérgio Prata como artista sacro não é fruto somente de seus estudos técnicos e artísticos, mas de uma vocação que se revelou cedo, e que foi longamente pensada e refletida, através de uma caminhada e experiência de fé.

 

 

O artista estudou teologia da imagem e iconografia cristã, nas diversas comunidades e movimentos da Igreja, nos vários países por onde passou. Pesquisa arte sacra há décadas, tentando inovar a cada novo projeto.

HISTÓRICO EM ARTE SACRA

A viagem pela Itália e Grécia (1981) despertou grande interesse do jovem estudante pelos afrescos e ícones sacros.

Enquanto dedicava-se aos estudos na Escola Nacional Superior de Belas Artes de Paris (1981-86), onde especializou-se em Técnicas de Pintura, desenho e afrescos, Prata pintou sua primeira capela, para uma comunidade Assuncionista, ao sul de Paris, onde viveu por um ano.

Nos primeiros 10 anos de carreira, o artista plástico dedicou-se à realização de retratos, gravuras, esculturas, pinturas, afrescos e painéis. Após a pintura de 3 pequenas capelas, Sérgio Prata teve finalmente a chance que tanto esperava: Dom Bruno Gamberini ofereceu a primeira Igreja ao artista, inaugurando a trajetória de sucesso do artista sacro, em outubro de 1996.

A partir de então, Sérgio dedicou-se a criar centenas de metros quadrados de arte sacra, em várias técnicas, servindo, com suas obras e criações, as decorações de Capelas, Igrejas e de uma Catedral. Participou também de projetos de restauração da Basílica Nacional e de uma Basílica Menor, e de outras capelas e Igrejas.

 

O artista sacro dedica-se à execução de obras sacras sob encomenda para colecionadores, em diversas técnicas: ícones, mosaicos, pinturas murais, painéis em cerâmica, pinturas sobre tela e vitrais.

As pinturas sacras trifásicas do artista tornaram-se conhecidas pelo público internacional na Bienal do México.

A pesquisa do artista, em iconografia Bizantina, o levou a seguir um curso no atelier d´iconographie Saint Luc de Paris, em 2002, e a visitar atelieres de monges iconógrafos em dezenas de mosteiros da Grécia, em 2008.

 

Veja alguns vitrais realizados pelo atelier Prata

 

Conheça cerâmicas com temas sacros

 

Todo iconógrafo deve pintar uma Transfiguração para ser reconhecido como tal. Sérgio Prata pintou a sua versão, inserindo pigmentos fosforescentes e irisdicentes no corpo do Cristo luminoso. O painel monumental em encáustica mede 6 metros de largura por 12 metros de altura.

"Transfiguração", 72 m2. Igreja Nossa Senhora do Amor, da Universidade do Vale do Paraíba, no bairro Urbanova em São José dos Campos. O conjunto de obras sacras da Univap contou com o apoio do Reitor Prof. Dr. Baptista Gargione, Arquiteto Paulo Sophia e de Dom Nelson Westrupp.

 

Reportagens recentes:

 

Ícone de Cimabue, réplica. 2011.

 


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